Boquete na sala de aula

Essa minha história aconteceu quando eu estava na 8a série. Estava ficando com esse garoto (vamos chamar ele de Daniel). Ele era da minha sala, moreninho, 1,70, ele era bem sarado pra alguém da idade dele. Mas me eu tava mais com ele pelo jeito que a gente ficou pela primeira vez uma semana antes; era em uma festa de alguém da sala, estávamos na casa deste amigo, rolava bebida. Acabei bebendo bastante, ficando bem soltinha. Como era festa, eu estava de micro-saia cinza e um tomara-que-caia preto. Devido ao tamanho da saia, não pude ficar sentada durante toda a festa, pois senão iria aparecer minha calcinha preta. Devido a minha alcoolização, acabei sentando em uma cadeira de frente pro Daniel. Sendo amigo meu, ele começou a cuidar de mim. Ele chegava perto de mim, colocando a mão na minha coxa para se apoiar e olhava nos meus olhos, perguntando se eu estava bem. Quando mordi meu lábio de um jeito bem sexy, ele me pegou pela mão, me levou pro banheiro, trancou a porta e começou a me beijar. Não demorou nem dois segundos e sua mão já estava debaixo da minha saia, alisando minha bucetinha. Quando falei “me fode”, ele não perdeu tempo: baixou meu tomara-que-caia, baixou minha saia até os tornozelos junto com minha calcinha, colocou seu pau duro pra fora e já enfiou em mim. Foi tão rápido que nem deu tempo de falar nada. Vinte minutos de bombeamento extremo depois, ele já estava gozando dentro de mim. Desde então, continuamos ficando mas não tínhamos muito tempo para ficarmos sozinhos.

Até que um certo dia, a professora de história levou toda nossa classe para a sala de áudio-visual. Dentro desta sala, têm um telão (na verdade, uma lona branca onde tinha um daqueles projetores). Para o telão ficar bem visível, a sala precisa estar bem escura, tanto é que as cortinas de lá eram aqueles tipo blackout. Aproveitando melhor a aula, eu e o Daniel decidimos ficar bem no fundo da sala. Pra nossa sorte, o som de lá era muito baixinho então todo o resto da classe sentava bem próxima das caixas de som na frente da sala. Algum documentário sobre a grécia começou a passar, e a sala estava toda em silêncio prestando atenção. Exceto eu e o Daniel, claro. Fingimos estarmos prestando atenção durante os primeiros 5 minutos. Eu estava com minha mão no joelho esquerdo dele.

Vagarosamente, comecei a subir minha mão, passando pela coxa dele e chegando na parte de dentro da coxa. Apertei ele e ele olhou pra mim com um sorriso sacana na cara. Estávamos ambos com uniforme do colégio: camiseta branca e calça moletom azul escura (que parece realçar a bunda de todas as garotas).
Coloquei a minha mão na calça dele, em cima do pau e fiz uma pressão. Bem devagarzinho, comecei a baixar sua calça até poder ver a cueca dele, e em seguida fui abaixando este também até o saco dele. O pau dele (modestos 15 cm mas não muito grosso) pulou pra fora. Passei minha mão pelo pau todo que estava vagarosamente crescendo. Para que a gente não corresse o risco de alguém virar pra trás e ver o que estávamos fazendo, ele colocou a apostila de pé no colo dele, com o braço por cima como se estivesse apoiando seu braço no livro.
Me abaixei rapidamente e coloquei o pau dele inteiro na minha boca e senti ele crescendo. Chupei seu pau um pouco (o mais silenciosamente possível) até ele ficar bem durinho. Depois disso, fiquei sentada normalmente do lado dele, e comecei a alisar seu pau com minha mão direita. Comecei devagar, passando minha mão da cabeça até o saco dele, alisando ele. Em seguida, segurei seu pau com firmeza na cabeça e comecei a descer minha mão, punhetando ele bem devagarzinho.
Ele segurava o lado da cadeira e fazia força para não gemer. Fechava seus olhos e deixava a cabeça cair pra trás, mas logo voltava ao normal com medo que a professora visse e chamasse nossa atenção. Punhetava ele devagarzinho, minha mão indo de cima pra baixo no seu pau melado com minha saliva, e depois voltando. A cada movimento, aumentava um pouco mais a velocidade. Eu era que nem uma locomotiva: ía aumentando minha velocidade e força a cada segundo.
Daniel não conseguia se controlar. Ele começou a passar sua mão esquerda nos meus seios, por cima da camiseta. Tentei impedir ele antes que isso chamasse a atenção de alguém, pois seu pau estava escondido atrás do caderno caso alguém olhasse pra trás, mas sua mão no meu peito não estaria escondido de ninguém. Sem se contentar, colocou a mão dentro da minha calça, afastou minha calcinha e começou a brincar com meu clítoris. A essa hora eu já estava molhadinha, então facilitou muito a brincadeira. Mesmo assim, o medo de ser descoberta falou mais alto, então comecei a masturbar ele com mais velocidade ainda, deixando-o desconcentrado e esquecendo completamente do meu grelinho.
Dois minutos depois, notei que ele ía gozar só pela cara dele (ele definitivamente estava com vontade de urrar em tezão). Rapidamente, abaixei minha cabeça e caí de boca no seu pau, chupando, lambendo e masturbando ele com minha boca. Não demorou nem 5 segundos e vi seus olhos rolarem pra trás e seu corpo soltar um espasmo. Senti a porra dele sair como um jato do seu pau direto pra dentro da minha boca. Aquela porra quentinha, gostosa, jorrando dentro da minha boquinha.
Para quem ninguém notasse nada, assim que ele terminou de gozar, guardei o pau dele e fiquei sentada normalmente na cadeira como se prestasse atenção na aula. Ele apenas olhou pra mim e indicou que tinha gozo nos meus lábios, mas eu já sabia disso. Deixei um pouco do gozo escorrer até meu queixo e ignorei o gesto dele pra me limpar. Ele então se aproximou e lambeu meu queixo, tomando do seu próprio gozo.
E têm gente que ainda reclama quando vai pra aula…vê se pode?! rs.

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