Me descobri na infância – Parte 3

Continuando…
Kauã e eu acabamos dormindo mais um pouco e acordamos por voltas das 9:30, ainda estava chovendo, então ficamos deitado na cama sem falar nada um para o outro, ele como sempre tomando a iniciativa meu deu um beijo, só que dessa vez no pescoço, o que me deixou todo arrepiado e eu continuei deixando. De novo ele me dá outro beijo na boca e vem pra cima de mim, ficamos nos beijando por um ou dois minutos, até que sinto o pinto dele bem duro na minha barriga e o meu também estava, chegava a doer.

Kauã : – Deixa eu fazer com você o que você fez comigo?
Eu: – Deixo!

Ele me virou de bruços e começou a tirar o meu short e a minha cueca junto e depois tirou o dele também, abri um pouco as pernas e ele encostou o pinto dele pela primeira vez na minha bunda, começou a passar bem no meu rego, e eu achei muito gostoso, estava muito bom até que ele para um pouco e pergunta se pode lamber a minha bunda igual o cara do filme que ele viu fez e eu claro que deixo. Ele colocou as duas mão na minha bunda e abriu um pouco e passou a língua de baixo pra cima o que fez meu buraquinho piscar na hora, sentir a língua molhada e quentinha dele ali estava me levando a loucura, novamente ele para e de novo posiciona seu pinto no meu reguinho, passa mais um pouco de cima pra baixo e coloca na portinha do cú e começa a empurrar, mesmo que o pinto dele fosse pequeno eu estava sentindo uma dorzinha e pedi pra ele ir devagar, ele foi indo bem devagar até que senti que a cabecinha do pinto dele entrou, mas ainda continuava doendo um pouco mas estava muito gostoso e ele continuou bem devagar, até que senti que a virilha dele encostou na minha bunda e foi aí que ele começou um vai e vem bem devagar me fazendo gemer baixinho. Ele foi aumentando o ritmo e pude ouvir ele respirando mais rápido e ofegante, ele colocou a boca perto do meu ouvido e perguntou se eu estava gostando, entre gemidos respondi que sim, quando ouviu isso ele aumentou ainda mais o ritmo, senti seu corpo ficando trêmulo enquanto ele metia forte, eu nem sentia mais aquela dorzinha, só um prazer que eu nunca tinha sentido antes, até que ele deu uma última estocada bem forte deixando seu piru dentro de mim enquanto ele ainda respirava forte. Imaginei que ele estava sentindo o mesmo que eu quando penetrei ele. Devagar ele vai tirando seu pintinho de uns 9 centímetros (kkkkkkkk) de dentro de mim e deita do meu lado comigo ainda de bruços, nossos rostos novamente colados e um beijo bem gostoso.

Kauã: – Acho que eu gosto de você!
Eu:- Eu também, mas a gente é menino!!
Kauã: – Eu sei, eu nunca gostei de menino, só de você
Eu: – Eu também, mas acho melhor a gente não fazer mais isso
Kauã: – Porque? Você não gostou? Se você quiser eu deixo só você colocar “ne mim”
Eu: – Eu gostei sim, de comer e de dar também, mas se alguém descobrir “vai dá rolo”
Kauã: – É só “nóis” não falar pra ninguém
Eu: – Não sei…
Kauã: – Então deixa eu te dar só mais um beijo?
Eu: – Tá bom…

Kauã me dá outro beijo e ficamos assim por alguns minutos, dessa vez demorou bastante nosso beijo, por instinto eu comecei a passar a mão no corpo dele e sentia meu pinto bem duro roçando na perna dele e ele percebendo isso começou a mexer a perna e me deixava louco, novamente ele vem por cima de mim me beijando bem gostoso e desce a boca até o meu pinto e começa a chupar de novo, chupo bem gostoso por alguns minutos até que novamente eu comecei a sentir meu corpo tremendo e umas “cócegas” bem forte na cabeça do meu pinto, eu até pedi pra ele parar mas acho que ele nem ouviu e continuou, só lembro que teve uma hora que eu meio que explodi e segurei a cabeça dele e eu sentia uma coisa como se fosse fazer xixi, sei que não gozei, mas ele me disse que saiu uma aguinha um pouco salgada (o que eu provei mais tarde no mesmo dia). E com esse delicioso boquete eu aceitei fazer com ele de novo mas só se ele jurasse que não ia contar pra ninguém, e assim começamos um relacionamento de 5 anos que dura até hoje.

Hoje nós dois temos 15 anos e não assumimos pra ninguém o nosso namoro, por ele nós já teríamos assumido mas o problema ainda sou eu. Sei que a minha mãe e ninguém da minha família aceita isso e por medo de acabar sendo expulso de casa e abandonado por eles eu não consigo assumir. Alguns dias atrás a minha mãe até disse que achava estranho eu e ele estarmos sempre juntos em tudo, eu claro dei uma desculpa que ele é meu melhor amigo, que foi ele que me ajudou na época que eu estive em depressão e a minha mãe desencanou um pouco, mas mesmo assim todos da família já estavam comentando e em uma festa anual de bairro que uma senhora rica faz todo ano, eu estava com ele conversando mas nós estávamos bem pertinho como namorados, e a minha família que também estava nessa festa começou a olhar e eu disse pra ele que estavam olhando e ele se afastou e disse que ia no banheiro. Fiquei com medo de ter que dar explicações pra minha família e tinha uma garota que estava dando mole pra mim a festa toda, o que deixou o Kauã com ciúmes, mas eu nem dei bola, quando ele foi ao banheiro eu fui até essa menina e pedi pra ficar com ela e ficamos ali mesmo, vi que todos da minha família viram e acho que acabou ficando tudo certo, acabei disfarçando bem, mas o Kauã também viu :'(
Ele foi embora e eu fiquei ali com a menina mais alguns minutos e em seguida fui atrás dele, e como morávamos no mesmo bairro, mas só que em ruas diferentes ele morava perto de mim e fui alcança-lo quase perto da casa dele…

Eu: – Kauã, espera!
Kauã: – Pra quê, pra você tentar me explicar porque ficou com aquela menina? Me pedir desculpas e falar que fez isso pra mostrar pra sua família que você é “homem”?
Eu: – Desculpa!!! Eu não queria mesmo te magoar, você sabe disso, sabe que eu amo você, mas se a minha mãe descobre ela me coloca pra fora de casa, eu não posso perder a minha família e também não posso perder você! Se não fosse você eu não sei o que teria acontecido comigo, por favor me perdoa!?
Kauã: – Sabe, eu entendo você e eu também te amo, mas toda vez vai ser assim? Toda vez que alguém começar a olhar desconfiado pra gente você vai beijar uma menina?
Eu: – Não! Eu só fiz isso hoje pra minha família sair um pouco do meu pé
Kauã: – Mas e se mesmo assim eles não saírem do seu pé? O que você vai fazer?
Eu: – Eu não sei…
Kauã: – Eu amo você, juntos nós dois descobrimos um mundo novo, um mundo só nosso, eu não quero te perder não quero nunca, antes de você beijar aquela menina eu ia dizer pra você que a minha mãe também desconfia da gente, ela me perguntou e eu neguei, mas por você, porque por mim eu teria contado tudo e ela disse que independente se eu gostar de homem ou de mulher ela vai me amar e me apoiar em tudo. Eu não consigo mais viver me escondendo das pessoas, e por isso eu vou contar pra minha mãe sobre mim.
Eu: – Kauã, não faz isso, espera mais um pouco, por favor!!!
Kauã: – Não dá mais pra esperar, eu sei que não posso te obrigar a fazer o mesmo e nem te obrigaria a nada mas eu tenho que fazer isso por mim.
Eu: – Mas você vai falar sobre mim também? Por favor não fala, você sabe que sua mãe e a minha são amigas ela vai acabar contando!
Kauã: – Fica tranquilo, ninguém vai saber sobre você
Eu: – Obrigado, por favor só tenta me entender, foi difícil pra mim superar tudo o que já aconteceu e pelo jeito que você fala você vai terminar comigo, não faz isso, não me abandona não, o que eu vou fazer sem você?
Kauã: – Eu também não quero te perder então pensa bem no que te faz bem e o que vale a pena manter em sua vida, vou esperar até o começo do mês de junho, nesse meio tempo nós mantemos só uma amizade igual passamos pra todo mundo, que somos só amigos e que não rola nada demais entre a gente. e no começo do mês eu conto pra minha mãe e você decide o que vai ser melhor pra você, porque se for pra nos relacionarmos de novo não dá mais pra ser escondido e se não der a gente só mantém a amizade e segue a vida em frente…

E é assim que está o nosso relacionamento :'(
Estou escrevendo essa última parte no dia 25/05/2016, ou seja, faltam 6 dias para o mês de junho e eu não sei o que fazer e estou morrendo de saudade dele, de abraçar ele, passar a mão no cabelo dele, das nossas brincadeiras idiotas, dos beijos… Enfim eu amo ele e não quero perdê-lo, mas o que eu faço? Se eu contar pra minha família posso ser expulso de casa, se eu não contar eu perco ele… Se tiverem algum conselho pra mim eu agradeceria muito…

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