Minha Cunhadinha de 10 anos – No cuzinho é que ela gosta

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Continuando a história, depois de gozar na boquinha da minha cunhadinha, ela foi para o banho e eu fui ver se não tinha deixado nenhuma prova do crime, parecia estar tudo bem. Pouco depois recebo uma ligação, era Marcela, minha mulher, dizendo que minha sogra e ela tinham encontrado uma amiga, e que iriam tomar um chá, e que demorariam mais algumas horas, fiquei tranquilo, podia verificar tudo com mais calma.
Coloquei um chinelo e fui na cozinha tomar um copo de água, passada, percebi que a porta do banheiro não estava completamente fechada, olhei e estava lá, minha cunhadinha, com as perninhas abertas com o chuveirinho na bucetinha, não fazia nem 10 minutos que havia gozado e já estava ficando excitado novamente. Resolvi ficar olhando um pouco, observando o que ela fazia, depois de brincar um pouco com o chuveirinho, ela pegou uma escova de dentes, passou um pouco de sabão e começou a passar no cuzinho, colocando um pouco e tirando, percebi então que aquela safadinha gostava que brincassem naquele cuzinho, quando ela estava me chupando eu passei o dedo em seu cuzinho, ali já havia visto. Ela ficou brincando um pouco e foi socando, conforme ia entrando ela jogava um pouco o corpo pra trás, até que sumiu todinha a escova de dentes e colocou o rosto pra trás, foi quando me viu observando ela. Ela pareceu não ligar, pelo contrário, parecia estar gostando de ser observada. Aquela safadinha já sabia como brincar naquele cuzinho, lhe faltava experiência na bucetinha. Quando pensei em entrar no banheiro, escutei barulho no portão, puxei a porta do banheiro rapidamente e fui pra cozinha. Eu estava vermelho, excitado e nervoso, minha esposa e minha sogra haviam chegado.
Não iriam demorar mais um tempo – Perguntei eu a elas, tentando desfarçar.
Roseli teve um problema, não pode ficar para o chá, ai voltamos.
Comecei ficar mais nervoso, não tinha verificado se estava tudo bem, minha cunhadinha saio do banho enrolada na toalha como sempre fazia, não quis nem olhar, mas pude perceber, em uma visão periférica que olhou para onde estávamos, minha esposa olhou de volta e olhou para mim. Naquelas alturas já estava começando a ficar paranóico. Disse a minha esposa que não me sentia bem e queria ir embora, ela disse que ia pegar umas coisas e já estávamos indo.
Na manhã seguinte, quando eu já estava no trabalho, recebo uma mensagem da minha mulher dizendo dizendo: “Minha mãe vai viajar, acho que teremos que ficar de caseiros pra ela”. Como na minha casa moravam duas famílias, não teria problema, antes de responder peguei minhas coisas e fui para casa, dizendo no trabalho que não me sentia bem, me veio a ideia na hora, só conseguia pensar naquele corpinho da minha cunhadinha.
Ao meio dia quando minha esposa chegou, eu estava deitado.
Não foi trabalhar – Me perguntou com um tom preocupado. Disse a ela que não estava me sentindo bem desde o dia anterior, mas que poderíamos ir para casa de sua mãe sem problemas, eu não trabalharia a tarde.
Então se vista, vamos almoçar lá com ela e você fica por lá deitado, assim não saímos a noite e você não pega frio.
Meu plano estava dando certo, chegando lá minha sogra estava com o almoço pronto, pois ia viajar em poucas horas, disse que estava sem fome e fui deitar, não conseguia dormir, estava ansioso. Depois de algum tempo entrou no quarto minha esposa, para ver como eu estava, fingi estar dormindo, ela saiu sem fazer barulho, mas pude escutar o que ela disse:
Cuida do Ricardo, ele não ta se sentindo bem.
Não pude escutar a resposta da minha cunhadinha, só sei que minha esposa saiu junto com minha sogra, o bater do portal parecia música, meu coração disparou, lá estava eu sozinho novamente com minha cunhadinha, não conseguia pensar, só lembrava daquele pequenos peitinhos ainda em formação e aquela bucetinha com poucos pelinhos ainda finos. Depois de uns 10 minutos entrou ela no quarto e pulou na cama, naquele jeito travesso, minha cunhadinha estava normal novamente.
Seu chato, está doente, nem podemos brincar então.
Estou doente, mas podemos brincar de médico se quiser.
Obaaa.. ta bom, eu sou a enfermeira e você o paciente. Vou cuidar de você.
Eram apenas 14:30 da tarde, tínhamos muito tempo pela frente e vi que não havia maldade por parte dela… ainda.
O que você está sentindo?
Dor no corpo, mais nas pernas e no abdômen.
Já sei, tenho uma pomada para dor.
Ela saiu e voltou com uma pomada que tinha cheiro de gelol.
Onde passo primeiro? – Perguntou ela, respondi que no abdômen já que estava sem camisa e tapado, abaixei um pouco a coberta e ela começou a massagear meu abdômen, um pouco acima do umbigo, disse a ela que um pouco mais abaixo, ela sem contestar baixou mais um pouco, naquela altura, sozinho com ela, pensando um milhão de sacanagem já estava de pau duro a horas – Passe um pouco nas pernas agora – Tirei a coberta, eu estava so com uma cueca box, e com pau para o lado, bem duro. Ela começou a massagear minha perna, as vezes eu pegava ela olhando para o meu pau, eu pedia para ela subir mais, ela obedeceu e começou a massagear minhas coxas. eu deitei para trás e resolvi aproveitar um pouco aquela massagem, tirar um pouco o olho dela, para ela poder olhar a vontade para o meu pau.
Ela subia e parava na virilha, eu estava louco já, queria também tocar em seu corpinho.
Bom, agora é minha vez, você é a enfermeira cansada que chegou em casa e eu sou seu marido que vai fazer uma massagem pra você relaxar.
Ela aceitou, eu peguei um óleo da minha sogra e a deitei na cama, falei para tirar a blusa e shorts que eu não olharia e que colocasse uma toalha em cima do bum bum, é assim que os massagistas fazem, ela obedeceu, esperei um pouco e ela disse que já estava pronta.
Com minha cunhadinha de 10 anos deitadinha, derramei óleo nas panturrilhas dela, ela rio e se mexeu.
Aii, ta gelado…
Calma, agora já aquece. comecei a massagear as panturrilhas dela e ir subindo até a coxa, as vezes dava umas apertadinhas, ainda não subia muito, derramei óleo nas costas dela comecei a deslizar as mãos, abri o sutiã para ter toda a extensão e não ter nenhum impeditivo que atrapalhasse. Eu estava adorando aquilo, aquela menininha de 10 anos de pura inocência, deitadinha e parecia gostar. Voltei para as coxas, comecei a subir mais, passava as mãos nas coxas até perto da bundinha, com o dedão passava perto da virilha quase chegando na bucetinha, notei que ela começou a fica ofegante, estava ficando excitada, fui fazendo mais e mais, comecei a apertar as coxas dela e subi até a bunda, apertei a bundinha e abri com as duas mãos, massageava aquela bundinha. Tirei a toalha e a calcinha dela, sem objeção nenhuma, peguei o óleo e derramei em cima da bundinha, lambuzei bastante, comecei a passar a mão, deslizava com muita facilidade. Ela estava muito receptiva aos meus carinhos, parecia estar esperando por aquilo, enquanto massageava ia chegando perto do cuzinho, onde era meu objetivo. Quando pela primeira vez naquela tarde, meu dedo tocou seu cuzinho, pude escutar um suspiro, ela ansiava por aqui, o cuzinho estava muito lambuzado, comecei a massagear seu cuzinho e descia até a bucetinha, mas quando chegava lá, ela meio que apertava como repelindo minha mão, quando subia novamente até seu cuzinho ela empinava a bundinha, como pedindo para mim meter, fui começando a penetrar seu cuzinho, para minha surpresa, não era difícil para uma menina de 10 anos, o cuzinho parecia bem abertinho, conforme meu dedo entrava ela mexia o corpo e a bundinha. Enterrei todo o dedo no cuzinho dela e tirei, já estava entrando com facilidade, tirei minha cueca, e subi em cima dela, nesse momento ela colocou o rosto no travesseiro, Me apoie com um braço na cama e comecei a pincelar o pau no seu cuzinho, tinha muito óleo, escorregava, passava e descia até a bucetinha, quando chegava no cuzinho novamente, ela dava empinadinha, como forçando para eu meter, abri a bundinha dela, e mirei o pau na entrada do cuzinho, na primeira forçada quase nem entrou e saltou fora, repeti a ação algumas vezes até começou a entrar a cabecinha, ela suspirou.
Ai… é grosso.
Quer que eu pare?
Só balançou a cabeça de forma negativa, segui forçando o cuzinho dela, ela começou a ficar mais ofegante, meu pau ia até uma parte e parecia trancar em algo, até que eu senti seu cuzinho abrir e meu pau de um salavanco para dentro, ela gemeu alto, como de dor, naquela hora fiquei com medo de ter machucado muito ela, mas estava com muito tesão, tirei o pau devagar para ver se não havia sangue, como não tinha, coloquei novamente, meu pau dessa vez desligou para o dentro do cuzinho da minha cunhadinha, não podia acreditar, aquela menininha de 10 anos estava aguentando mais da metade do meu pau dentro do cuzinho dela, foi mais fácil do que com minha esposa. Comecei a foder ela mais rapido, depois de algumas estocadas, meu pau já estava entrando todo, ela começou a gemer, mas dessa vez de prazer, podia sentir, deitei meu corpo sobre o dela, o comecei a beijar o ouvidinho dela.
Ai.. ai… é muito bom… vai até o fundinho… disse ela ofegante e gemendo.
Que cuzinho gostoso, posso colocar leitinho dentro dessa bundinha?
Ai… pode, mas coloca mais um pouco, não para agora.
Puxei o seu quadril e coloquei ela de 4, aquela cena era linda, não aguentava de tanto tesão, aquela putinha gostava de dar o cuzinho, meu pau entrava fácil aquelas alturas, eu tirava e abria o cuzinho dela, podia ver o buraco bem aberto, coloquei o pau direto e comecei a foder com força, iria gozar.
Vem putinha, vou te dar Leitinho.
Vai… isso… isso..
Comecei a socar forte e senti um gemido diferente e as perninhas delas tremeram, aquela putinha tinha gozado, com meu pau socado no rabo, vendo aquilo não resisti e enchi a bundinha dela de porra, exaustos cai sobre ela. Carol começou a rir, dizendo que só eu fazia ela sentir aquelas coisas. Ainda não era tarde, tínhamos algum tempo, resolvemos tomar um banho juntos. Ainda tinha muito a explorar naquela pequena putinha, mas isso fica para a próxima história.
Críticas e sugestões são bem vindas, se gostaram, comentem que eu sigo postando.

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