Armadilha cata puta – segundo dia 2

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Continuacao.. Armadilha cata puta – segundo dia 1

A varanda estava escura e era possível q ninguém conseguisse me ver, (talvez apenas vizinhos próximos), era possível ver a rua atrás do muro, pois estávamos no 4 andar. Eu morria de medo de ser vista. Ele pegou um consolo e colocou em meu cuzinho e foi enfiando rapidamente, eu mordia minha própria boca tentando não gemer ou gritar, conseguia contar os gritos, mas era muito difícil não gemer com tanto prazer. O risco de ser vista tbm estava me excitando, ele ficou pouco tempo enfiando o consolo no meu cuzinho e saiu pra beber agua. Eu ficava aflita olhando pra todo lado com medo de alguém me ver. Ele voltou logo em seguida e continuou a enfiar o consolo no meu cuzinho e mexer em meu grelinho. Fui ao delírio, quando comecei a gozar ele tampou minha boca pra abafar o som, e dizia q eu estava me comportando mal e iria ficar ali. Ficou me estimulando lentamente após o meu gozo.
-Por favor, me leva pra dentro, alguém pode me ver! Por favor, vou ficar quietinha. – fui falando enquanto ele me estimulava e não parava – Por favor, Mestre, vou ser boazinha!
Não sei o pq o chamei de mestre, mas ele parou de me estimular, e perguntou o q eu havia falado. E repeti o chamando de “Mestre” e q seria boazinha se ele me levasse pra dentro. Ele entrou e eu fiquei na varanda, eu ouvia algumas conversas no andar de baixo então fiquei calada, nisso eu vi um vulto no estacionamento em frente a varanda e percebi q a pessoa era a porteira (q deveria ter começado o turno dela), percebi q ela se esforçava pra tentar enxergar, mas parecia não conseguir ver. Então vi um clarão em meus olhos e já não enxerguei nada do estacionamento, o Francis havia acendido a luz da varanda, e eu desesperada implorava pra ele apagar, pois a porteira estava me vendo. Mas ele me ignorou se aproximou e me soltou da plataforma e me pediu pra entrar, ele estava de shorts (com um belo volume) entrei as pressas enquanto tirava o consolo da bundinha. Agora q estava dentro da casa, comecei a rir com a situação. Nisso ele me mandou ficar de 4 em cima do sofá e empinar a bunda, enquanto ele já ia se despindo.
Nisso me arrepiei toda, já havia gozado 3 vezes, mas a minha fome era sentir aquele pau na minha bucetinha. Meu coração estava disparado, finalmente aquela vara ia entrar a onde eu estava desejando, só de pensar nisso eu já estava de pernas bambas e sentia minha excitação a mil. Ele me chupou um pouco, eu quase gozei na boca dele, mas me segurei, pois queria gozar com aquele pau. E ficava implorando, “mestre, come sua putinha, por favor, ela quer sua pica”. Ele se posicionou, e foi me penetrando lentamente, foi uma delicia e eu tentava segurar o orgasmo, pois ainda não estava como eu queria tinha algo me incomodando, algo atrapalhando.
– Mestre espere um pouco – falei, mas ele não me deu ouvidos – mestre só um segundo, por favor. – neste momento ele parou.
Com meu rosto colado ao sofá, levei minhas mãos por baixo, entre minhas pernas e peguei em sei pau. Tirei da minha bucetinha, arranquei a camisinha q ele tinha colocado, e joguei perto da varanda, dizendo q o mestre não precisava disso pra comer a putinha dele. Ele sorriu e me penetrou, era aquilo q eu queria sentir, como estava com sdd daquela pulsação dura na minha xaninha. Na terceira estocada dele, eu já estava gemendo e gozando muito, tentando ao máximo não fazer muito barulho. Então ele coloca em minha mão um pequeno controle, enquanto continua metendo. Olhei ao lado da tv e vi a câmera, entendi q ele queria q eu tirasse as fotos, e fiquei com receio, mas assim q senti o dedão dele invadir meu cuzinho enquanto me comia gostoso, já não liguei pra mais nada, comecei a apertar o controle tirando varias fotos dele me pegando de 4, eu tbm estava querendo marcar aquele momento, ele puxava meu cabelo com o dedo no cuzinho e o pau fundo na minha bucetinha, e eu continuava a tirar fotos.
Ele anunciou q iria gozar, e tirou o pau pra punhetar e gozar em cima de minha bundinha, mas eu pedi pra ele segurar mais um pouco, pois eu já ia gozar e queria cavalgar um pouco no seu pau. Parou de se masturbar e sentou no sofá onde eu sentei de frente pra ele. Beijei o seu pescoço e ele não me deixava beijar sua boca, coloquei o pau dele dentro da minha bucetinha dnv, olhei pra traz, direto pra câmera empinei a bundinha e ele me olhando, tirei algumas fotos a mais com o controle. Olhei pra ele, e comecei a rebolar enquanto falava:
– Pronto mestre agora o senhor pode gozar o quanto quiser – ele entendeu q eu não ia sair de cima dele.
Senti na hora seu pai enrijecer, parecia ter ficado ainda mais duro, comecei a cavalgar e ele gozou em menos de um minuto depois. Era uma delicia sentir aquela porra quentinha dentro de mim, aquela porra q passei semanas desejando estava escorrendo em minha bucetinha enquanto eu sentia aquele pau gostoso pulsar dentro de mim. E o q me deixava doida era ouvi-lo gemer em meu ouvido. Eu estava quase gozando tbm, então continuei cavalgando devagar (esfregando no colo dele) enquanto ele me chupava e eu sentia seu pau aos poucos amolecer dentro de mim. Dessa vez ele me beijou quando comecei a gozar, abafando meus gemidos. Ele me segurava forte e eu me contorcendo toda. Após gozar ele ficamos nos tocando e beijando por uns minutinhos. Logo em seguida ele levantou e me pediu pra tomar um banho, eu fui pro chuveiro enquanto ele foi guardar a plataforma da varanda e os itens q ele tinha usado. Quando sai peladinha, ele estava na sala de pau duro (mordi meus lábios de vontade de abocanhar aquela delicia). Mas ele me deu um dinheiro do programa, e disse q eu já podia me vestir e ir embora, fiquei inconformada. Eu já tinha gozado varias vezes, mas ele apenas uma, e era claro q ele ainda tinha vontade. Fiquei me perguntando pq estava me dispensando, se eu não teria o agradado, ou era apenas pra me deixar com vontade daquele pau, ou sei lá, apenas me testando. Só sei q eu não podia ir embora sem sentir aquele pau na minha bundinha. Aproximei-me peguei em seu pau, o dei um selinho e fui descendo. Ele me perguntava o q eu estava fazendo.
– So estou agradando meu Mestre – respondi e já comecei a chupar seu pau q estava duro feito pedra. Ele me questiona dizendo q o programa tinha acabado e eu estava liberada pra ir pra casa. – Isto é um serviço extra pro meu mestre ficar feliz cmg. – respondi ele.
Fui subir e montar ele dnv, mas ele me tirou de cima. Assustei, e pensei, “acho q não deveria ter feito isso”. Já estava triste por ele me dispensar, quando ele me pega no colo e carrega ate seu quarto. Começamos a nos beijar, e a tocar e beijar o corpo inteiro. Sentia borboletas em meu estomago, coração parecia estar saindo pela boca, nos pegamos transamos a por um longo tempo, perdemos a noção da hora. Ele me pegou de 4, papai e mamãe, de ladinho, o meu cuzinho (q estava piscando de sdd daquela pica), as vezes ele era carinhoso, as vezes marcava minha bundinha com algum tapa. Puxava meu cabelo, e deixava meu corpo todo marcado de chupões. Mas em meu ultimo orgasmo eu desmaiei em cima dele, enquanto cavalgava. Acordei com ele me fazendo cafune, senti a cabeça do seu pau encostando em minha xaninha, e porra escorrendo, ele tinha gozado dentro de mim enquanto eu desmaiei (Imaginar o q ele tinha me pego enquanto eu estava desmaiada não pau dele, me deixava toda contente e já começava a fantasiar coisas a respeito com ele), dei um sorriso e o beijei. Já estava tarde e eu precisava ir, o beijei dnv e fui lavar o corpo.
Sai do chuveiro e ele já estava dormindo, então me arrumei e fiquei olhando ele dormindo com aquele pau gostoso inchado e mole. Resolvi deixar um presente, passei um batom vermelho q tinha em minha bolsa. E beijei-o na testa, no rosto, no pescoço e dois beijos bem marcados de cada lado do pau dele. Tirei a calcinha e coloquei na mão dele e fui embora. Pra ir embora passei pela portaria, onde encontrei a porteira q tinha me visto na varanda, me subiu um calafrio na hora, ela me olhou e parecia nervosa. Mas percebi q o q ela viu devia ter excitado ela, pois sem perceber ela mordiscava levemente os beiços. Ela me perguntou se estava td bem cmg e se eu tinha passado bem a noite. Percebi q ela estava curiosa, então respondi com um sorriso:
– Estou ótima, tive uma noite maravilhosa! E vc como esta? – percebi q ela ficou surpresa com minha resposta, mas tbm respondeu q estava bem tbm.
Essa porteira era bem atraente, e diferente de mim, ela era bem mais tímida, alta, seios médios/grandes cintura fina, e uma bundinha pouco menor q a minha, cabelos cacheados escuros abaixo do ombro, fisicamente era o meu oposto. Além disso, era visível uma aliança em seu dedo q a denunciava ser casada. Ela se chamava Soraia, e mal sabia ela o q aconteceria entre ela e meu mestre dentro de algumas semanas. (outro conto, se quiserem saber rs)
Despedi-me e fui embora, satisfeita e me sentindo realizada, como se estivesse voltando pra casa após a lua de mel. Dormi com um belo sorriso no rosto, mas meu mestre Francis não me respondia mais. Passei a mandar msgs e ele não retornava. Fiquei triste e as vezes chorava a noite, sabia q estava apaixonada pelo fdp e ele me faz isso. Ate q um dia eu perguntei se tinha feito algo pra ele q não gostou, e ele me ligou de volta. Dentre as coisas q ele me falou o q me deixou feliz foi.
– Não quero mais te contratar, mas se quiser sair pra pegar um cinema, a gente pode se encontrar. – fiquei super empolgada e já marcamos pro mesmo final de semana.
Novamente me produzi toda, e fui ate seu apartamento, de onde iriamos em seu carro ate um cinema da cidade. Toda ansiosa, e essa noite tbm haviam surpresas a minha espera.

PS: se gostaram eu conto como ele me torturou dentro do cinema lotado. rsrs

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