O Pastor. A saga de uma menina inocente e ignorante

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Sem pai, criada apenas por mãe, tive uma proteção que me deixou inocente e ignorante de tudo e de todos. Minha mãe pertencia a uma religião pra lá de castradora. Tudo não podia. As menores coisas eram obras do demônio em busca de almas para lhe servir. Não saíamos de casa a não ser para ir a Igreja. As portas e janelas sempre fechadas. Quando atingi a idade escolar, minha mãe me levava ao colégio e também buscava. Escola que logicamente pertencia àquela religião muito estranha. Em momento algum eu era deixada sozinha ou com alguém. Perdi todas as festinhas de coleguinhas da escola e também as comemorações… E lógico: como consequências, não tinha amigas. Tudo se resumia aos perigos proporcionados pelo demônio. Mas eu cresci e entrei na pré-adolescência. Via meu corpo mudar, mas era totalmente ignorante a qualquer assunto relativo a isso. Uma vez, orgulhosa, e nua, mostrei a mamãe que estava crescendo peitinho e pelinhos entre as pernas. Levei uma tapa na cara e gritos para que eu colocasse, e depressa, as roupas. Ficar nua era coisa do demônio. Acho que foi neste dia que a primeira confusão surgiu em minha cabeça: E o banho? Como iria fazer para tomar? Sem respostas, logo passou. Com os peitinhos nada além ainda do que pequenos botões, que eu exibia para mim mesma no espelho toda orgulhosa também começou a aparecer certa comichão na bocetinha, que eu não entendia, mas gostava; sentia uma coisa gostosa, quando tocada; sentia prazer. A primeira vez foi durante o banho a portas fechadas por exigência de mamãe e vestindo uma camisola horrível – Eu não podia ficar pelada para tomar banho e para nada – quando lavava a minha bocetinha, esfregando o sabão com a mão… era uma sensação acompanhada de arrepios por todo corpo. Parecia que minha bocetinha inchava, ficava macia e uma espécie de “não sei o quê” percorria todo meu corpo e me agradava. No começo fiquei assustada. Pelos ensinamentos de mamãe aquilo deveria ser obra do demônio querendo minha alma. Mas era irresistível… E algumas vezes, depois do banho, orava pedindo mil perdões por sentir aqueles prazeres ocultos. Mas lavar, passar o sabonete na bocetinha por tempo prolongado e me arrepiando toda era sim, mais forte que eu. E eu não sabia o que fazer. Falar com mamãe? Nunca! Eu não estava afim de uma surra… O tempo passou. Meus peitinhos eram agora redondinhos e quando eu estava nervosa (ou passando o sabonete…) os biquinhos ficavam maiores, pontudos e durinhos. E era uma delícia ficar a acariciá-los. Já não me importava mais se o demônio estava a levar minha alma; só queria sentir aqueles prazeres. Mais nada. Aprendi um dia que poderia conseguir prazer esfregando minha bocetinha sem o sabonete. Ela se molhava – eu achava que era xixi – e os resultados eram os mesmos. Então á noite, antes de dormir, já na cama, me auto-acariciava gostosamente. Mas foi um dia, eu distraída, sentada na sala lendo coisas da igreja – exigências de mamãe para que eu não deixasse a mente vazia, a disposição do demônio – que mamãe me pegou no flagra. Sem nem dar por mim estava a acariciar a minha bocetinha. Foi a deflagração de um guerra. Mamãe, aos prantos pedia, de joelhos, para que lhe mostrassem o caminho certo. Que não tinha sabido orientar sua filha… e estas bobajadas todas que as mães deste tipo falam. Ficou três dias sem falar comigo e me levando eles todos à igreja… Foi aí que houve a mudança de pastor. O velho morreu e foram dias de choro e luto que mamãe implantou. Principalmente com o choque de um novo pastor. Primeiro porque era bem jovem; por volta de seus trinta anos; segundo a sua indumentária consistia de uma batina totalmente colorida com cores fortes… o antigo pastor não usava batina. Mas a pregação era igualzinha com os mesmos credos. Logo, em uma velocidade estonteante, conquistou toda a comunidade simplesmente que após com três cultos e uma semana, todos na comunidade caiam de amores com o novo pastor; até mais que o antigo pastor. Mulheres brigavam para fazerem a sua comida, arrumar a sua casa. Minha mãe, e outras senhoras, começaram a amar o novo pastor. Um dia eu estava no banho ensaboando a bocetinha, como eu sempre fazia para conseguir prazer. Era a primeira vez, mas o prazer foi dos mais fortes e eu tinha a impressão de que, misturado a ele, algo tinha explodido dentro de minha bocetinha. Encostei-me à parede, toda mole, para poder passar aquela sensação que era muito boa, mas que me assustava. Acho que demorei um pouco e quando vi mamãe entrava pelo banheiro adentro me pegando novamente no flagra. E agora com um agravante: eu estava com a camisola levantada e a mão cheia de minha bocetinha. Olhos arregalados, em choque não disse nada. Fechou a porta e foi orar… Tínhamos uma sala reservada para isto. Á noite disse que iríamos à igreja. Queria ela tomar orientações sobre mim com o pastor. Sinceramente não sei o que ela disse a ele, mas quando chegamos, em casa, ela me comunicou que teríamos que ir a igreja conhecer mais sobre a doutrina, pois o pastor achava que eu estava sendo assediada pelos escravos do demônio com o intuito de me levar para junto deles. A igreja só tinha culto às sextas-feiras e, portanto estava vazia naquela quarta-feira. Ao chegarmos o pastor já nos esperávamos. Pediu que mamãe aguardasse enquanto me encaminhava para uma sala onde iniciaria o “espantar” dos demônios de mim. Antes entregou a mamãe um livro de culto e pediu para ela ficar orando. A sala para onde me levou era pequena, mas muito aconchegante. Uma cadeira, uma poltrona, uma mesa. Uma televisão pequena… Não sei por que mamãe não deixava a gente ter televisão se até o pastor tinha?! Pensei. Pegou uma cadeira, que colocou no meio da sala pedindo para eu sentar-me nela. Meio assustada obedeci. Aliás, o meu “meio assustada” me levaria a fazer qualquer coisa que pedisse… Fez cair a claridade da sala. Ficamos praticamente na penumbra. Foi para um canto e sentou-se na poltrona se curvando e colocando a cabeça, segura pelas mãos, sobre os joelhos. Abaixou a cabeça e ficou imóvel por um tempo. Depois se levantou ficando por trás de mim. Numa voz baixa e solene disse que o que acontecesse ali dentro não deveria contar a ninguém, pois certamente seria castigada pelos deuses do culto. Que seria um segredo só nosso. Numa voz quase sussurrante anunciou que então começaria. Pediu que eu tirasse a blusa… Meu cérebro travou. Será que eu estaria escutando certo? Enquanto eu relutava ele pronunciava palavras que eu não conseguia entender; era como uma oração. Devagar, muito devagar relembrando que mamãe pedira para eu seguir tudo que o pastor recomendasse… e morrendo mais do medo do castigo de mamãe de que se eu não fizesse o que o pastor estava pedindo e ela ficasse sabendo, do que o pastor havia me pedido… Eu ainda não usava sutiã. Usava uma blusa grossa de algodão cru, assim como a saia que ia até os pés. Sem a blusa e morrendo de vergonha, senti as mãos do pastor em meus ombros. Continuava a dizer, muito baixo, palavras que eu não entendia. Parecia um ritual. Eu tremia dos cabelos aos pés quando notei as suas mãos escorregando rumo a meus peitinhos. Levei a mão e os protegi.
–Baixe as mãos! Disse, num tom tão forte e autoritário que as deixei cair imediatamente para o meu colo.
Suas mãos, as do pastor, foram descendo devagarinho ate atingirem meus peitinhos. Alisou-os demoradamente e voltou pelo mesmo caminho aos meus ombros. Ficou neste desse e sobe lento algum tempo sem pronunciar nada. Nervosa e sendo acariciada daquele maneira, meus peitinhos reagiram. Meus mamilos endureceram, ficaram pontudos, durinhos como eu já estava acostumada… Mas do pastor eu estava era com muita vergonha.
–Quantos anos você tem? Perguntou de repente.
–Onze… Respondi gaguejante.
Alisou mais um tempo os meus ombros e meus peitinhos e mandou que eu colocasse a blusa. O que fiz num piscar de olhos.
–Para combater o pecado você tem de conhecê-lo. Saber o que é. Por hoje é só. Amanhã nós continuaremos.
Aumentou as luzes e abriu a porta. Eu ainda tremia. Tremor que foi considerado, depois, pela minha mãe como um efeito do “tratamento”. Fomos para casa. Minha mãe toda contente e eu sem entender nada. Quando já na cama, para dormir, fiquei matutando. Se conhecer o pecado era bom assim… Eu queria conhecer todos. Na noite seguinte eu estava ansiosa para irmos logo para a igreja para eu conhecer novos pecados. Era o despontar de toda minha safadeza até ali completamente inibida.
Aquelas sessões de acariciar e alisar os meus peitinhos foram muitas. Eu até já estava acostumada e quando ficava a sós com o pastor, já tirava a blusa sem ele pedir. Ele também já não fazia aquelas de se sentar na poltrona e ficar falando baixinhas palavras que eu não entendia. Só baixar as luzes que nunca esquecia. Vinha direto e já ficava alisando os meus peitinhos. Mas uma noite a coisa foi diferente. Desconfio de que foi naquela noite que ele confiou que eu estava gostando e compartilhando a sua sacanagem. O que era verdade, pois eu realmente estava gostando e muito, curiosa do que viria pela frente. Tirei a blusa, como sempre, mas quando fui me sentar foi ele se sentou me deixando em pé à sua frente.
–Tire a saia. Pediu.
A minha saia como a blusa era feita de algodão cru, longa até os pés, e por isto pesada. Relutante desamarei o cinto. A saia escorregou para os pés. Pela primeira vez eu estava só de calcinha perante alguém estranho. Já há algum tempo nem para mamãe ficava assim. O pastor me puxou mais perto dele e começou, não só alisar meus peitinhos, como todo me corpo. Arrepios, milhos de arrepiadas corriam pelo meu corpo. Desceu as mãos e as levou a “pegarem” na minha bundinha, bocetinha… Tirou minha calcinha. Fiquei nua. Uma sensação de liberdade e de prazer intensa tomava conta de mim. Eu queria que ele fizesse aquilo. Nunca tinha recebido caricias e carinhos e ali estava eu. Não impus qualquer resistência ao que fazia. Somente, tinha certeza agora, que “expulsar demônios” é o que menos fazia. Aliás, estava é colocando-os em minha cabeça. Fez-me abrir as pernas. “Pegou” mais profundamente em minha bocetinha. Incluindo um dedo no buraquinho, o que me deu muito prazer. Lambeu minha barriga enquanto alisava minha bundinha. Virou-me de costas para ele e beijou, lambeu, mordeu minha bundinha. De tensa que eu estava, comecei a relaxar… E gostar, aproveitar tudo aquilo que fazia comigo.
–Coloque a roupa e… Lembre-se do nosso segredo. Disse me alertando.
Chegando em nossa casa, fui logo para a cama louca para esfregar minha bocetinha e alcançar os prazeres iguais ao que tinha tido no banho no dia do flagra de minha mãe.
Dia seguinte era uma sexta-feira e dia de culto. Então, o pastor não pode me proporcionar os prazeres. Mas no sábado, chegamos e eu fui logo para a saleta. Quando fechou a porta eu fui tirando a roupa. Tão viciada já estava que tirei tudo de uma vez. Chamou-me para sentar no sofá.
–Vou lhe mostrar uma coisa. Disse.
Dirigiu-se até o aparelho de televisão. Voltou e sentou-se a meu lado, comigo bem coladinha a ele. Com o controle remoto comandou o aparelho. Eu estava encantada. Sempre quis saber como era ver televisão. As imagens que vieram me deixou de olhos arregalados. Mostrava um garoto, pouco mais velho que eu e completamente nu. O Pastor parou o filme.
–Viu como o pinto dele está molinho?
Nunca tinha visto um menino ou homem nus e para mim seria o normal.
–Agora veja… Retornou as imagens.
O menino começou a “pegar” no pinto e esfregá-lo. O pinto começou a crescer e ficar em pé.
–Sabe para que o pinto dele ficou em pé, durinho?
–…
–Para poder, entrar neste buraquinho.
O Pastor enquanto falava, havia buscado e “pegado” em minha bocetinha. E com um dedo punha a ponta dentro de meu buraquinho. Deixou o filme continuar. O garoto freneticamente esfregava seu pinto. Até o ponto em que se apoiando na parede, com os olhos fechados, dava tremores e da ponta do seu pinto jorrou um líquido esbranquiçado, pingando ao chão, escorrendo pela sua mão… o filme terminou. O Pastor levantou-se e deitou-me na poltrona. Abriu um pouco minhas pernas e começou a esfregar minha bocetinha. De repente eu esta com ela molhada o que ficou mais confortável tê-la esfregada. Logo entrei em tremores com minha bocetinha também sentindo alguma coisa, mas que era muito gostoso. Minha respiração também estava uma bagunça. O Pastor parou. Deixou-me deitada mais um pouco. Acalmada, levantei e coloquei minha roupa… Que, no fundo eu não queria. Queria sim mais daquelas “expulsões de demônios”.
Outro dia, outro dia de conhecer mais coisas.
Nua, deitada na poltrona, deixava o Pastor acariciar e “pegar” em todo meu corpo que vibrava com tremores de prazeres. Deitada na, uma perna em cima do assento e a outra com o pé apoiado no chão, o pastor veio beijou minha bocetinha toda molhada. Do beijo passou a lamber. De lamber começou a me chupar. Enquanto isto eu ia ficando louca. Atrevidamente apertando sua cabeça contra minha bocetinha. Cheguei aos tremores. O Pastor me largou deitada. Acho até que cochilei um pouco. Naquele dia mamãe reclamou que havíamos demorado mais… Ah! Se ela soubesse.
Enfim outra noite. Já fui tensa e louca para chegar. Na sala já sentada na poltrona o pastor me fez um pedido.
–Lembra do filme do garoto? Perguntou.
–Sim…
–Se fosse uma menina a “pegar” e esfregar o passarinho dele teria, para ele, sido mais gostoso. Explicou. Você teria coragem de fazer o mesmo com seu Pastor? “Pegar” no passarinho dele, esfregar e fazê-lo ter tremores?
Estávamos chegando no que de uns dias para ali eu andava desejando.
–Sim. Respondi firmemente.
O pastor se aproximou e começou a desabotoar a batina.
–Tem certeza? Perguntou reafirmando.
–Sim… Pode tirar a batina.
Ele tirou. Estava completamente nu por baixo dela. Deparei com um passarinho caído, mole, sem vida. O Pastor veio e se sentou a meu lado colocando os braços em cima do encosto. Estava todo para mim. Acho que foi neste instante que compreendi tudo sobre sexo. Ele me olhou. Olhei para ele e levei a mão em busca de seu passarinho. “Peguei” e dei início a carícias… Aquela coisa que me fazia ter arrepios começou a crescer, ficar duro. Imitando o garoto no filme, envolvi o passarinho com a mão e comecei em movimentos de vaivéns. O Pastor gemia e se debatia com a cabeça. Do buraquinho da ponta de seu passarinho começou a aparecer uma gotinha de líquido. Como os que apareciam em mim. Eu até já sabia o gosto, pois tinha provado o meu próprio. Institivamente levei a boca e chupei aquela gotinha. O Pastor gemeu. Agora ele iria ver o que eu sentira quando tive a bocetinha chupada por ele… Coloquei a ponta de seu passarinho dentro da boca e chupei. O pastor gemia soltando sons incompreensíveis. Comecei a esfregar minha própria bocetinha enquanto o chupava mais e mais. Em certo tempo senti os tremores de seu pinto dentro da boca. Não deu nem tempo de tirá-lo. O pastor entrou em tremores e encheu minha boca com aquele líquido, grosso, pastoso, que eu havia assistido o garoto por para fora. Era muito e derramou por todos os cantos. Tinha um gosto estranho, mas que não me impediu de lambrecar-me toda nele. Por fim eu também entrei em tremores e nos desligamos ficando sentados sem forças para nada. Assim conheci os prazeres do sexo. Minha primeira vez, daí uns tempos, mais adaptada e maior, foi mesmo com o pastor… e me recordo até hoje o tanto que foi prazeroso.

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