Amor e sexo em familia – O primeiro boquete agente não esquece

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Olá a todos, eu sou xxx18 e venho aqui trazer a nona parte da serie Amor e sexo em família, se não leu as outras partes, volte e leia para maior entendimento. Venho também aqui pedir que deixem seus comentários nos contos, pois só assim saberei se estão gostando da serie, quanto mais comentários, melhor. Agora vamos dar continuidade a historia dos irmãos Alexandre e Alice.
Continuando…
Tenho que confessar que dormir no sofá não foi tão confortável assim, mas era uma desculpa para eu e Alice dormimos juntinhos, e isso foi muito bom, todo momento com ela era bom. Acordei cedo, pois não conseguia dormir mais, então fiquei a observar ela dormindo. Alguns minutos depois Alice acorda, olha para mim e pergunta sorrindo:
– Oque ta fazendo?
– Nada, so olhando você dormir.
Ela então me da um selinho prolongado e depois diz:
– Te amo.
– Eu também.
Ela sorri e diz:
– Dormiu bem?
– Mais ou menos.
– É ruim dormir no sofá né?
– Mais valeu a pena.
Ela sorri mais e me da outro selinho. Eu já ia me levantando quando ela me segura e diz:
– Espera ai Ale, vamos aproveitar que estão todos dormindo e vamos namorar um pouquinho. Ou você não me ama mais?
Eu volto a me deitar agora por cima dela e digo em tom de deboche:
– Nossa que dengosa. Até parece que não te amo. Como eu não ia amar essa bocetinha deliciosa.
Então eu dou uma risada e ela diz:
– Quer dizer que eu so sou um buraco para você enfiar o seu pau quando da vontade? Valeu Alexandre, é bom saber.
Eu novamente em tom de deboche digo:
– E que buraco bom esse.
Ela me da um cutucão e diz rindo:
– Idiota.
Eu dou um selinho nela e digo:
– To zuando. Voce é muito mais que isso. Voce é a garota mais inteligente, carismática, companheira, bonita e sexy da terra. Não posso falar por marte.
Ela da uma gargalhada baixa par não acordar os outros na sala e diz:
– Te amo Ale, você também é o melhor cara da terra e do universo. É o mais legal, engraçado, carinhoso.
Ela se aproxima e diz no meu ouvido:
– E tem o pau mais gostoso também.
Ela então agarra minha cabeça e me beija. Ficamos assim algum tempo, nos beijando intensamente até que ela diz preocupada:
– Nossa, esqueci completamente, tenho que comprar pílula.
– Calma amor, depois agente vai, vamos tomar café da manha primeiro e depois agente da uma volta e compra.
– Voce tem dinheiro?
– Tenho, pode deixar.
Ficamos nos beijando e trocando carinhos ainda alguns minutos, então minha tia da sinais que esta acordando e paramos. Depois de nos recompor, Alice se levanta e vai ao banheiro, logo depois eu vou também.
Quando voltamos, mais alguns tinham acordado, e Alice vai para a cozinha preparar o café. Alice vai para o fogão e começa a fazer omeletes, então nossa tia pergunta:
– Ta fazendo oque Ali?
– Omelete de ervas com queijo tia.
Minha prima Thais chega e diz:
– Deu até fome. Quer ajuda Ali?
– Se você puder preparar um suco e arrumar a mesa.
– Ta bom. Tia tem alguma fruta?
Minha tia responde:
– Tem maracujá ali na fruteira no canto Thais.
Minha tia então pergunta para Alice:
– Voce escutou sua mãe e os outros chegarem de madrugada?
– Não mas passei ali no quarto agora e ela estava deitada de roupa, deve ter bebido um pouco.
Tirando minha mãe e meus tios que estavam dormindo, estávamos todos tomando café. Essas férias estavam sendo legais, ter a casa cheia de gente, conversando e brincando uns com os outros era uma coisa diferente. Mesmo eu e Ali não podermos nos beijar a todo o memento, dava para dar umas escapulidas de vez em quando. Durante o café minha irmã então pergunta:
– Tia você sabe onde tem uma farmácia aqui perto?
– Por que Ali? Ta passando mal?
– So vou comprar algo para a ressaca da mamãe.
– Nossa que filha prestativa. Tem uma logo depois do ponto de ônibus no final da praia.
Quando terminamos de tomar o café, Alice diz se retirando da mesa:
– Vou la agora então, antes que ela acorde. Alexandre me da dinheiro?
– Pera ai, vou com você, só vou pegar minha carteira.
– Ta bom.
Depois de pegar minha carteira saímos. A farmácia não era longe, em 10 minutos encontramos ela. Quando chegamos eu disse:
– Leva minha carteira. Vou ficar aqui fora.
– Por que?
– Vai ficar estranho você comprando anti concepcional do meu lado.
– Ta bom então.
Ela entrou e demorou algum tempinho, quando voltou estava com uma sacola cheia de vidrinhos e eu perguntei:
– Oque mais você comprou?
– Esmalte.
Eu então digo em tom de indignação:
– Não podia ter comprado aquele que você queria?
E ela responde com a maior naturalidade:
– Fiquei indecisa, eu vou testar qual ficar melhor em mim. Quem mandou não entrar comigo.
Do lado da farmácia havia uma lojinha de roupas e Alice quis entrar. La dentro insistiu em provar um biquíni azul marinho que estava no manequim, e eu já previa que ia ter que comprar no final. Ela foi no provador, depois saiu e perguntou?
– Oque achou Ale? Ficou legal?
O biquíni combinava com seus olhos azuis, tinha ficado lindo. Na verdade o corpo de Alice era tão perfeito que tudo ficava bem nela, ela era muito gostosa. Então eu disse:
– Ficou Alice, você ta linda.
Ela me olha com carinha de criança que quer doce e eu já sei oque ela iria dizer:
– Compra pra mim?
Eu faço cara de difícil pra ela.
– Por favor amor.
Ainda bem que a atendente estava ocupada com outro cliente e não ouviu o “amor”. Então eu digo:
– Oque eu não faço pra você né?
Ela sorri e me da um selinho toda animada e diz:
– Te amo meu amor. Obrigado.
Ainda antes de sair ela me fez comprar uma sandalinha e uma tanga de praia pra ela. Oque as mulheres não nos pedem rindo que não fazemos chorando não é mesmo? Então para aproveitar comprei uma camisa branca simples para mim e um chinelo que o meu estava bem velho. Fomos voltando para casa mas resolvemos ir pela praia. Então passamos perto de uma barraquinha de sorvete e eu ofereci pra ela:
– Quer um amor?
– Ta bom, mas pega um so e agente divide.
Comprei o sorvete e fomos para a areia. Fomos até uma pedra e sentamos la para curtir a brisa do mar que estava fresquinha. Estava bem gostoso aquele momento nosso, agente em frente ao mar, o vento batendo e Ali me dando sorvete na boca, era um momento romântico. Até que em determinado momento Alice mostra seu lado moleca de ser, sujando minha boca e meu queixo com a colherinha do sorvete. Ela se mata de rir da minha cara melecada. Depois ela vem e lambe o sorvete da minha cara e me da um beijinho e diz sorrindo:
– Que gostoso.
Eu então resolvo descontar, pego a casquinha do sorvete da mão dela e lambuzo toda sua boca e até um pedaço da sua bochecha, e um fiozinho escorre por seu pescoço e desce até seu decote. Eu digo rindo:
– Gostou espertinha?
Ela da um sorriso e depois de alguns segundo seu semblante muda e ela diz com carinha de safada mordendo o lábio:
– Agora vem limpar.
Ela vai se deitando na pedra e eu vou lambendo todo o sorvete e a beijando. Que delicia era o seu beijo, estava geladinho mas ao mesmo tempo sua língua era quente, e tinha sabor de sorvete de creme. Minha língua passeava pela sua boca, nossas línguas pareciam dançar juntinhas. Que beijo cremoso e intenso. Pra falar a verdade Alice beijava muito bem, ela era intensa, abraçava forte com paixão, se esfregava. Não é toda garota que é quente e sensual assim, muitas esperam agente fazer algo, Alice se entregava com vontade, o beijo dela era quase tão prazeroso quanto sexo. Depois de maia de um minuto nos beijando e para e ela me segura e diz com cara de safada e suspirando:
– Não acabou, limpa tudo.
Então ela olhou para baixo indicando onde devia beijar. Fui lambendo e beijando seu pescoço e descendo lentamente, ficava meio minuto em cada centímetro até chegar em seu decote onde lambi todo o sorve que tinha escorrido entre seus seios. Ela então puxa o decote da blusinha e deixa o peito esquerdo a mostra pra mim e diz:
– Acho que sujou um pouquinho aqui também.
Que safadinha mentirosa. Eu vou e chupo delicadamente seu mamilo que estava durinho. Que delicia era o peito de Alice, branquinho, um tamanho que ficava maior que minha mão e tinha volume, com o mamilo médio e rosinha, era perfeito. Eu enchia a boca e passava a língua devagarinho enquanto ela me olhava e eu olhava para ela. Ela sorria vendo eu me deliciar, e as vezes fazia uma carinha de prazer. Até que um momento ela pega a casquinha, lambuza dois dedos, e leve entre as pernas por debaixo da sainha que ela usava, depois diz ainda com carinha de safada:
– Ops, acho que sujou.
Nossa aquilo me deixou louco. Eu dou uma olhada ao redor, mais eu so consegui avistar 3 pessoas que estava bem longe e mal tinham visão da gente, nem me preocupei. Fui descendo e levemente vou abrindo suas pernas e tenho uma surpresa:
– Voce saiu de casa sem calcinha?
Ela diz rindo com cara de desentendida:
– Acho que esqueci de colocar.
Que safada, percebo que ela planejou isso tudo antes de sair de casa, me sinto um idiota, mas um idiota feliz, com a namorada mais perfeita: safada/boa moça. Eu fui lambendo um pouquinho que estava na sua coxa e ela se arrepia, até me lembrando daquela musica da Colbie Caillat que a Alice é fã. Ela revira os olhos enquanto eu vou em direção a sua boceta que estava meladinha de sorvete. Vou passando a língua levemente para deixar ela ansiosa, para provoca-la. Então eu caio de boca de vez e chupo com vontade, passando minha língua por seu grelinho e toda a extensão de seus pequenos lábios. Alice geme baixinho segurando meus cabelos enquanto eu a penetrava com minha língua. Que delicia era o gosto de sua boceta e o som de seu gemidinho, era meigo e delicado, mas prazeroso.
Não demora mais que alguns minutos e ela geme mais alto, anunciando que iria gozar. Eu então enfio dois dedos na sua boceta enquanto lambo seu clitóris. Vou fodendo ela com os dedos rapidamente, sua respiração aumenta e ela goza se contorcendo toda. Eu chupo todo seu gozo e subo dizendo:
– Melhor que sorvete.
Ela ainda se recompondo diz toda corada e sorrindo:
– Te amo.
Eu então a beijo com minha boca toda melada de seu gozo. Nos beijamos intensamente por alguns minutos. Ficamos admirando o mar por mais um tempo, até que nos demos conta da hora e Alice diz:
– Nossa, temos que ir. Tenho que levar o remédio da mamãe e ajudar a fazer o almoço la.
– Vamos então.
Fomos para casa, quando chegamos minha tia perguntou:
– Nossa você demoraram, a farmácia era pertinho.
Eu respondo:
– A Alice quis comprar umas roupas na loja do lado e depois fomos tomar sorvete na praia.
Nossa mãe já havia acordado e perguntou aonde tínhamos ido, e Alice respondeu:
– Fomos na farmácia comprar algo pra sua ressaca.
Alice já havia escondido a pílula. Então minha mãe agradece:
– Obrigado meu anjo, mas nem precisava, estou bem, não bebi muito não.
Depois do almoço todos fomos a praia. Ficamos todos se divertindo, aproveitando a agua e o sol. Estava um dia muito bom, era legal essa experiência em família. Alice estava estreando seu biquíni novo, e tinha pintado suas unhas de azul para combinar com o biquíni e seus olhos, até me perguntou oque achei:
– Gostou?
– Ficou sexy.
E tinha ficado mesmo. Eu e Alice brincamos muito na agua, um pulando sobre o outro, jogando agua, até que resolvemos ir embora antes dos outros pra aproveitar a casa vazia. Mas ai minha tia Elena diz:
– Ali, leva as meninas pra casa que elas estão cansadas, brincaram muito.
Caralho que raiva que deu. Meu pau estava duro, Alice estava afim de dar, e teríamos que ser babas. Então fomos para casa e Alice olhava para minha cara de frustração o tempo todo.
Chegamos em casa as meninas foram para a sala, então Alice me chama discretamente para o quarto depois de dizer para as meninas que iria tomar banho. Eu a sigo e encostamos a porta, depois fomos nos beijando. Ficamos no amaço por uns 2 minutos até que ela diz:
– Calma amor. Elas pode escutar.
Que ódio que eu estava. Meu pau estava latejando de duro, quase a cabeça saindo do calção. Então Alice me olha tentando me consolar diz:
– Desculpa amor. Agente ia fazer muito barulho, e elas nem estão com a tv ligada.
Eu digo com cara de frustração:
– Ta bom amor.
Ela me olha por um tempo, pensa e então abre meu calção tirando meu pau pra fora. Ela estava de joelhos na minha frente enquanto estava sentado na cama. Ela me olha sorrindo de leve e diz segurando meu pau:
– So por que você foi bonzinho comigo hoje.
Então ela vai se aproximando devagar do meu pau que estava muito duro, então passa a língua na cabecinha me olhando pra ver oque eu achava. A resposta dela foi eu revirando os olhos e suspirando, então ela sorri maliciosamente e da um selinho na cabeça do meu pau, que devagar a boca vai se abrindo e deslizando até engolir metade do meu pau. Eu vou até as nuvens, que delicia sentir aquela boca quentinha e molhada no meu cacete, o primeiro boquete agente nunca esquece.
– Que delicia Ali.
Ela me olhava com olhar de safada, meio que perguntando: Oque ta achando? Estou indo bem?. E sim, estava. Ela contornava o meu pau com a língua, seu lábio se projetava para fora envolvendo todo o meu pau sem nojinho. Seus lábios eram carnudos, oque aumentava o tesão de vela chupando meu pau. Ela então vai voltando e fechando o lábio na cabeça do meu pau, da um lambidinha e depois engole de novo, lentamente. Eu vou acariciando seu rosto enquanto ela me olha, brincava com seu cabelo, enquanto ela desamarrava a parte de cima do biquíni, para me dar mais prazer visual, como se eu já não tivesse. Aquilo estava muito bom, ela fazia um excelente oral mesmo sem saber oque fazer, parecia que já nasceu sabendo. Depois de alguns segundos eu anuncio que vou gozar:
– Alice vou gozar.
Ela não para, e eu repito:
– Amor vou gozar.
– Pode gozar.
Então eu gozo, e ela mama tudo. Ela até tenta segurar mas escorre um pouco, ela fez oque pode. Depois que gozei o ultimo jato em sua boca, ela me olha com duvida, e eu olho pra ela dizendo com o olhar: não precisa. Mas ela engole, fez uma carinha mas engoliu tudo, então eu digo:
– Não precisava amor.
Ela me olha e diz:
– Eu sei que vocês gostam quando engolimos.
Na verdade eu não ligava muito, era mais excitante ela tentando me agradar, e eu não faria desfeita com ela, afinal ela se esforçou.
– Adorei sim amor.
Ela sorri e diz:
– Que bom.
Então eu pergunto:
– É ruim?
– Até que não, só é esquisito, não tem tanto gosto assim.
Depois disso ela vai tomar banho, e eu também.
A noite ficamos vendo filme com nossos primos, pois nossos pais foram dormir cedo. Dessa vez eu e Alice ficamos em um colchão no chão ao lado de nossos primos. Depois que o filme acabou tarde, todos garraram no sono, menos eu e Alice que ficamos conversando baixinho e namorando juntinhos, trocando carinhos e nos beijando. Até que a coisa foi esquentando e então Alice olha para o lado depois me pergunta:
– Quer fazer amor?
– Sim.
Ela rapidamente tira a calcinha. Eu já estava de pau duro, então sem enrolação eu deito sobre ela e a penetro. Ela geme baixinho enquanto me aperta forte e diz:
– Vai devagar pra não fazer barulho.
Então eu vou metendo devagar, sem muita força, mas indo fundo. Eu abaixo as alças de sua camisola e exponho seus peitos. Vou bombando e beijando ela, seu pescoço e sua boca, apertando seu seio com uma mão e alisando sua coxa com a outra. Alice vai ficando cada vez mais molhada, e suspirando sem gemer. No silencio da noite eu só escutava o som úmido do meu pau a penetrando e de sua respiração ofegante. Aquele som era excitante assim como o rosto de prazer de Alice, o rosto dela era como se estivesse sentindo uma dorzinha, de choro, mas era de prazer, eu adorava sua carinha de prazer. Com aquele rostinho ela me beija e diz ofegante:
– Te amo.
– Eu também te amo meu amor.
Então ela começa a deixar escapar alguns gemidinhos que ela se esforça para segurar. Aquele gemidinho dela era delicioso, era meigo e delicado, o gemido de uma menina linda sentido prazer. Não demora até que ela começa a gozar e eu abafo a beijando. Sua boceta se encharca tornando mais lisa para o meu pau meter. Era delicioso, menos de um minuto depois eu gozo também dentro dela. Ela me olha e me beija e diz:
– Te amo meu amor. Te amo muito.
– Voce é linda, e é minha.
Ela sorri e diz:
– E você é meu.
Ficamos assim trocando juras de amor até que meu pau amolece dentro dela, depois viramos para o lado e dormimos juntinhos.
Continua…