O chifre que virou prazer

Tudo começou quando eu e minha esposa tivemos que viajar de Manaus para Boa Vista em uma Van, como a estrada estava muito esburacada a viajem que deveria durar oito horas demorou doze, entramos e sentamos no corredor do meio, atrás só tinha malas, e ficamos esperando outros passageiros entrarem, minha esposa foi pra janela, eu fiquei ao seu lado, nos outros dois lugares ao meu lado sentou uma menina bem moreninha (nega indiana) com uma saia curta e uma blusa de algodão branca que dava pra ver seus peitinhos empinados e ao seu lado um senhor de meia idade que parecia seu pai. A viagem transcorria normalmente, mas de vez em quando eu não resistia e fingia pegar alguma coisa no bolso da calça para esfregar as costas das mãos na perna da menina que deveria ter uns quatorze anos, quando eu fazia isso sentia que ela arrepiava toda, já era de tarde quando estavam entrando na reserva, pra quem não sabe a estrada que liga o Amazonas a Roraima possui uma grande extensão de reserva indígena, e só os ônibus podem transitar a noite.
A estrada por passar no meio da floresta fechada, fica mais escura parecendo que já ia anoitecer, a menina virando de ladinho deitado no ombro de seu pai acabou por deixar a calcinha branca a amostra que dava para ver a popa de sua bundinha, eu vendo que o senhor dormia, arrisquei ficar mais ousado, encostei as costas de minha mão na sua bundinha empurrando levemente o dedo na sua rachinha, senti que o seu cuzinho piscava. Mas parece que minha esposa desconfiou e pediu pra gente trocar de lugar, e pra não dar mancada eu aceitei. Quando chegamos num lugar chamado Jundiá, parada obrigatória, já tinha anoitecido e a viagem estava só na metade.
No retorno pra Van ficamos nas mesmas posições, passaram uns quinze minutos vi que a o pai da menina ao abraçá-la deixava sua mão no banco e como estava escuro não dava pra ver o que a mão dele fazia entre a perna de minha esposa e de sua filha. Nessa hora já começava ficar desconfiado e para não pensar besteira tentava ver alguma coisa pela janela. Minha esposa estava com uma calça moletom meio folgada e eu sabia que ela estava sem calcinha, pois ela não usa nas viagens alegando que esquenta muito. Vi que minha esposa estava conversando com a menina, depois de um tempo ela vira-se pra mim e diz: a menina quer ficar na janela, deixa ela passar, e antes que eu dissesse alguma coisa a menina se levantou, sentou no colo de minha esposa e passou pro meu, minha esposa logo se afastou pro lado do senhor e eu meio sem jeito com a menina no colo me afastei também dando o lugar na janela.
Nesta hora esqueci de minha esposa, e pensei logo em voltar a passar a mão na perna da menina, que nesta hora já estava de ladinho com a bunda encostada em minha perna, olhando na janela. Então eu me virei fazendo conchina e iniciei minhas investidas bem de leve. Fiquei nesse toca, toca por um bom tempo e quando já estava a mão por dentro de sua calcinha sinto minha esposa me apertar fortemente o braço. Tirei a mão rapidamente, me virei pra frente fingindo que estava dormindo, minha esposa encostou no meu ombro e também dormia, mas eu sentia que ela estava meio incomodada e apertava meu braço, então resolvi virar o rosto pra seu lado para ver o que estava acontecendo, com muito custo pude notar que uma tolha cobria minha esposa e o senhor mas pelo volume no colo de minha esposa parecia que alguma coisa se mexia ali, será que era a mão do safado? Dei uma tossida e o volume saiu, agora tinha certeza que era a mão dele, então eu chamei minha esposa, ela fingiu que não ouviu, eu insisti, ela meio sonolenta disse: o que foi bem? Eu respondi: o que você esta fazendo, ela respondeu: nada não, e virou de vez a bunda pra lado do senhor e sem deixar a toalha sair de cima dela, enrolou no seu corpo separando do corpo do homem. Eu fiquei mais sossegado e tentei dormir.
Já estava cochilando quando senti a menina passando a mão por cima de minha pica, nesta hora meu pau já tinha saído da cueca e roçava o zíper da calça, sem pensar duas vezes dei um jeito de abrir sem machucá-lo. Quando consegui a menina foi logo segurando. Confesso que perdi completamente a noção de responsabilidade, e só fui dar fé dela quando senti que novamente minha esposa apertava meu braço, mas desta vez não recuei, apenas olhei pra ela e vi que a tolha tinha voltado pra cima do senhor, ele de conchinha com minha esposa e ela encostada no seu peito com o pescoço virado parecendo que o beijava na boca, foi um lance rápido, minha esposa com o corpo mole de quem está dormindo deitou com a cabeça no meu ombro. Não sei o que deu em mim e resolvi tirar a prova e enfiei minha mão por debaixo da toalha, foi quando senti que sua calça estava no joelho, subi a mão e senti ela toda melecada com a pica dentro, não sei como a pica do safado saiu, e de repente eu me vi pegando numa piroca grossa que enchia a minha mão, puxei a mão rápido e disse o que é isso? A menina então me chama, volto para atendê-la e deixo minha esposa sossegada.
A menina parecia uma profissional do sexo, me chupava com maestria, e eu a mastusbava, até que uma hora ouvi minha esposa falar baixinho, aí não, logo imaginei que era na bunda, porque ela só me dava o cú raramente, isso quando ela estava muito excitada. Mas parece que seu pedido não fora atendido, eu ouvia ela gemer a cada estocada, e coitado do meu braço, já divia estar roxo de tanto ela apertar. Eu então eu disse pra menina: que safada, comigo ela não deixa e olha que a pica do seu pai é mais grossa que a minha. A menina respondeu: eu sei, mas calma tio, o senhor não vai se arrepender, se levantou e veio pra meu colo ficando de frente pra mim, eu tive que chegar mais pra frente pra ela se encaixar. Ela botou minha pica em sua buceta, e ficamos namorando, beijando na boca e sugando suas tetinhas.
Nesta hora gozei, mas não saí de dentro e continuamos a nos beijar, passou um tempo e ele voltou a dar sinal de vida, então ela disse: tio, tá na hora do neném dormir, saiu de cima virou de costas encaixou sua bundinha na minha pica e foi descendo, como estava todo melecada, ela entrou fácil, seu cuzinho ficou mordendo, mordendo e só fui gozar novamente quase chegando em Boa Vista, os passageiros da frente dormiam, pareciam anestesiados com o cheiro da porra, a não ser o motorista que embora tivesse o ar condicionado ligado, pude notar que ele abrira um pouco a sua janela pra entrar ar. Chegamos e fomos pegar as malas, o senhor veio e me diz: sua esposa me disse que o senhor engenheiro e dá aula de matemática, se o senhor aceitar eu queria levar minha filha mais nova pra umas aulas particular, ela está tendo dificuldade na matéria. Eu disse tá bem, deixo eu dar meu telefone, ele respondeu: não precisa, já tenho de sua mulher, eu combino tudo com ela…

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