Meu pai, meu professor

\ HISTORIA FICTÍCIA\

Me chamo Mariana, e tenho 16 anos, tenho 1,64 e peitos médios, cabelos pretos e olhos castanhos claros

Desde pequena sempre fui muito apegada ao meu pai e eu costumava a ter mais passeios com ele do que com minha mãe, tudo começou quando eu tinha 14 anos, estávamos apenas eu e ele em casa, pois minha mãe havia viajado e chegaria apenas na semana seguinte, emfim, estávamos vendo um filme de ação e eu estava com a cabeça no colo do meu pai atenta ao filme, até que sentir a mão de meu pai acariciar minha cintura, até ai tudo normal, mas logo ele começou a subir a mão até meu seio, mas não chegou a toca-lo então abaixou novamente, fiquei calada afinal não deveria passar de um carinho, mas logo sua mão desceu um pouco mais e ele a levou até o meio de minhas pernas virei o rosto para olha-lo ele apenas sorrio de canto e me mandou sentar

– o que estava fazendo pai – perguntei curiosa, afinal eu era muito inocente naquela época

– um carinho querida – ele disse se aproximando então levou sua mão até um de meus seios – sabe Mari, você cresceu bastante, esta com um corpo tão lindo…. acho que está na hora do papai te ensinar algumas coisas

– que coisas pai – disse sem me importar muito dele ter pegado em meu seio, que o mesmo logo soltou para me puxar para seu colo, eu senti um certo volume e não sabia bem o que era, então resolvi ficar quieta, logo ele levantou minha blusa deixando meus seios expostos, aquilo me deu um pouco de vergonha ja que eu nunca havia ficado nua na sua frente, então ele começou a brincar com meus mamilos rosadinhos e a puxa-los o que me provocou gemidos baixos, aquilo apesar de novo e estranho era bom

– Sexo querida…. daqui um tempo você descobrira mais sobre isso, por isso o papai vai te mostrar como se faz, papai vai ser seu professor ok querida?

eu apenas afirmei com a cabeça, então ele sussurrou em meu ouvido, me ordenado abrir as pernas e assim o fiz como estava de saia a mesma levantou um pouco, revelando minha calcinha que estava molhada, meu pai tirou uma das mãos de meu seio e a desceu até minha calcinha passando o dedo por cima

– ja esta molhada…. que putinha você é querida

eu nada disse apenas aproveitava as sensações que seus movimentos me proporcionava, logo ele colocou minha calcinha de lado e deslizou o dedo pela minha bucetinha que tinha alguns pelinhos crescendo [inicio da puberdade]

– tsc…. querida precisa aprender a depilar isso…. quando acabarmos nossa aulinha aqui você vai depilar-se

– certo papai, mas não para esta tão bom…

Ele novamente sussurrou em meu ouvido me chamando de puta então vagarosamente penetrou um dedo em minha bucetinha, o que me fez gemer mais alto, afinal nunca havia me masturbado antes, e logo ele ja colocou outro começando a move-los dentro de mim, seus dedos logo ja estavam molhados e eu gemia e rebolava nos mesmo um pouco, até que ele retirou os dedos de minha bucetinha e mandou que eu os chupe e assim o fiz, senti o gosto de minha bucetinha enquanto o fazia, logo em seguida ele abaixou as calças e seu pau pulou para fora era grande e grosso e havia batido em minha bucetinha, meu pai me mandou ficar de joelhos e assim o fiz então ele puxou minha calcinha de lado e mandou que eu senta-se em seu pau e assim o fiz, bem lentamente fui descendo e a medida que ia o prazer aumentava assim como a dor, quando estava na metade eu parei e disse

– p…papai isso esta doendo, tira

mas ele não me deu ouvidos colocou a mão em minha cintura e me desceu de uma vez so o que me fez lacrimejar, como eu não me mexi ele fez isso e socou fundo aquela rola em minha buceta, o que me provocou gritos e gemidos, que ele logo calou amarrando a minha blusa em minha boca eu estava ofegante e gemia abafada, logo a dor foi se transformando em prazer, então eu mesma comecei a me mover quicava sem parar e estava toda molhada e melada, após alguns minutos naqueles quiques deliciosos senti algo invadir minha bucetinha, meu pai então disse gemendo rouco e ofegante

– toma toda minha porra minha putinha

Aquilo realmente era bom, então eu fui parando os quiques devagar e ele me tirou de seu colo me pondo ajoelhada no chão e mandou que eu limpa-se seu cacete todinho e assim o fiz, ao acabar ele pegou meu queixo e sorriu

– daqui pra frente experimentara novas coisas querida

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