Marília e Eu

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Meu nome é Rafael, ficticio, hj tenho 32anos, esses fatos aconteceram quando eu tinha uns 12 anos morava numa pequena cidade do interior. Minhas primeiras experiências foram com os meus vizinhos, no interior antigamente não tinha muro de uma casa para outra era cerca, como eu tinha 12anos, eu sou branco, cabelos castanhos claros, na época era magro e alto, nada atletico, passava da minha casa para a da vizinha sem maiores problemas. A minha vizinha Mariana tinha uns 16anos e tomava conta dos dois irmaos, um menino de 11 anos(Marcos) e uma menina de 12 anos(Marilia) – usarei nomes ficticios. A Mariana foi quem nos iniciou no sexo. Mas, o conto de hj é sobre a Marilia. No conto III, eu contei como eu, o Marcos e a Mariana, transamos, fizemos de tudo. A Marilia não participou. Os dias foram passando, eu e a Mariana, tendo encontros e mais encontros. Até que um dia, meu pai chegou de viagem, e me pediu para ir soltar o cavalo no pasto, da comida e banho, montei no cavalo e já ia saindo cumprir a minha missão, nisso dei de cara com a Marília.
Marília: Rafael vc vai onde?
Rafael: Vou levar o cavalo no pasto, volto já.
Vc quer ir?
Marília: Não posso.
Rafael: Vamos, agente volta logo.
Marilia: Não dá.
Rafael: Dá sim. Vem.
A minha insistencia foi tanta. Que ela montou na garupa. Ao chegar no pasto uns 1000m longe de casa, levei o animal por riacho, dei água, banho e o soltei. Tirei a sela, os arreios, deixei-o livre. Já estava todo molhado, resolvi nadar um pouco, a Marilia sentada as margens do riacho, só observando e me esperando.
Rafael: Marilia vou tomar banho, vem.
Marilia: Ah! vc nun disse que ia tomar banho, não trouxe roupa.
Rafael: roupa? vem sem mesmo.
Marília: Cê tá doido? Pelada na rua. Vai que aparece alguem?
Rafael: Cê tá de calcinha e sutiã?
Marilia: Claro que tou.
Rafael: Então vem.
Nessa hora já tinha tirado minha roupa toda, já estava totalmente pelado. fiquei nadando e ela só observando, o desejo nela em nadar foi crescendo, e eu chamando e incentivando, até que não resistiu.
Marília: Será que não vem ninguem não?
Rafael: Claro que não boba, eu já soltei os animais.
Lá no pasto, tinha alguns bois, coisa pouca e uns cavalos, as vacas ficavam parte do dia presa, e a tardinha soltavamos.
De pronto, ela levantou-se, olhou para um lado, pro outro, levantou o vestido e tirou-o, deixando numa pedra. E de calcinha e sutiã, entrou no riacho. Eu já tinha visto a Marilia muitas vezes nua, já tinha chupada teus seios, chupado sua buceta, mas neste dia, fiquei cheio de tesão, meu pau ficou em forma de mastro, bem duro. A Marília, morena clara, mais ou menos 55 quilos, sem marca de biquini na pele, toda magrinha, bem desenhada, cabelos negros, lisos, tipo de índia, um boca linda, os seios em desenvolvimento do tamanho de limões medianos. Os seios morenos, com umas aureolas num tom marrom escuros, quando os bicos empinavam ficavam bem pretinhos.
Ela entrou na água, a auga bem clarinha, se caisse uma moeda dava para encontrar, quando ela chegou perto de mim, olhou e viu meu mastro, pequeno eu sei, tinha 12 anos, igual a ela.
Marilia: Que é isso Rafa? Com sorriso nos lábios.
Rafael: Vc me deixou assim.
Marilia: Mas eu tou vestida.
Rafael: Então tira ue… vamos nos diverti.
Marilia: Mas, vc não está com a Mariana?
Rafael: Não, agente só se diverte.
Estou querendo vc. A Mariana é sua irmã, mas ela transa com os amigos dela.
Eu gosto de vc.
Não sabia nem o que era gostar.
Marilia: Tambem gosto de vc, Rafa.
Nessa hora puxei ela para mim, taquei um beijo na boca, começamos a nos beijar ali mesmo na água, soltei o sutiã dela, passei a mão nos seios, deixando os bicos bem duros, enquanto beijava na boca, comecei a morder o pescoço fui descendo, até chegar nos seios, comecei a brincar os com os bicos e a chupa-los.
Me abaixei num mergulho, embaixo dágua, tirei a calcinha dela. Quando voltei, ficamos em pé no meio do riacho, numa parte mais rasa, meu mastro duro, fiquei esfregando entre as pernas dela. Mas, não me sentia confortavel ali, levei-a para a margem, nos deitamos na grama, beijando na boca, fui descendo, chupei os seios, fui descendo, cheguei na xota, peludinha, mata virgem, já tinha beijado, chupado varias vezes, mas nunca estocado, desta vez, era diferente, fui beijando, e abrindo as pernas dela, debaixo de uma mangueira, quando abriu as pernas, aquele grelo lindo, marrom, parecendo chocolate, aqueles labios da xota deliciosos, pus minha boca lá, chupei com tesão e carinho, ela gemia e gritava, e puxava os capins da relva. Ela se contorcia, e pedia mas, agarrava meus cabelos, e empurrava a minha cabeça na direção da xota, enviava minha lingua dentro da sua xota, as vezes acho que tirei sua virgindade com a lingua, de tanto que estoquei e que ela gritava e gemia, acho que até gozou na minha lingua de tanto que gritava e gemia. ai…ai…ui… uii….enfia… ai…ui…
Resolvi subi um pouco em cima dela, fiquei roçando meu mastro, na floresta da sua buceta, que já estava toda encharcada, fui devagarinho, esfregando, esfregando, até que fui forçando, forçando, entrou, ela era virgem, apesar das nossas safadeza, eu, ela, e os irmãos, ela ainda era virgem. Fui estocando devagar, ela gemia, e gritava, tá doendo, ta doendo, parei de estocar, fiquei só beijando com o mastro dentro dela, quando ela relaxou, voltei a estocar com força, devagarinho, e fui aumentando o ritmo. Chegou certo tempo, dei a ela meu pau pra sentir o sabor da xota dela nele, ela começou a mamar nele, ela começou chupando delicadamente a cabeçinha rosada, foi mergulhando o tronco boca a dentro, tirava e colocava, chupava as bolas como se chupasse umbus, até que gozei na boca dela. Mas, meu tesão era tanto, que queria mais. Virei ela de quatro, deixei ela com a cabeça inclinada pra relva, para um bumbum ficar mais alto, que bunda linda, aquele cuzinho negro, todo fechadinho, comecei enviando na xota, ela de quatro, entrava e saia, no vai e vem, enquanto isso, brincava no o cu dela, enviei um dedo, entrando e saindo, e ela reclamando que tava doendo, enviei dois, bem devagarinho, ela reclamava, mas gostava, eu comendo a xota, depois que notei que o cu dela já tava engolindo dois dedos, meu pau não era muito grosso, resolvi envia meu mastro no cu dela, coloquei na porta, fui forçando, forçando, ela dizendo que não ia entrar, mandava ela relaxar, e forçava, entrou a cabecinha rosada, e deu um grito, acho que a lagrima correu pelo rosto, devido o grito, ela quis sair da posição eu segurei, antes que ela tentasse fugir, enviei tudo de uma vez, ela gemeu, xingou-me, gritou, mas eu segurei ela, estoquei, estoquei, naquele vai-e-vem rapido e frenetico, ela foi se acostumando, comecei a mastrubar o grelo dela, ela foi se acomodando, até comi aquele cu gostoso. A masturbação que fiz no grelo ela a deixou louquinha, ela ate´gozou comigo enviando o mastro no cu dela, eu por minha vez, estocando, estocando, teve um momento de delírio, de satisfação gozei, quando tirei o mastro do cu dela, vi aquela água(porra) saindo do cu dela. Eu e ela gozamos legal, ficamos mais algum tempo deitados na relva pelados, dps tomamos um bom banho no riacho, nos vestimos e fomos para casa. Em casa demos uma desculpa de que tavamos correndo atrás dos animais. Eu e Marilia a partir deste dia ficamos namorando escondido de todos, quer dizer os irmãos dela sabiam, transamos algumas vezes. Só que meu pai vendeu tudo e viemos para a cidade grande, eu nas férias sempre ía para a casa de minha avó na intenção da Marília, mas ela não esperou, arrumou outro, e eu sobrei, resta só a amizade, agora ela está casada.
Gente que gostou obrigado! Esse fato é verdadeiro.

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